
Utilidade social
Finanças solidárias
Território
Moedas sociais
Políticas públicas e economia solidária
Avaliação em organização da sociedade civil
Economia plural
Criado em 2016, o Núcleo de Estudos Aplicados em Organizações de Utilidade Social (Nous) foi criado por professores e estudantes de mestrado e doutorado vinculados ao Programa de Pós-graduação em Administração da UFBA (NPGA). O Nous foi criado em torno da noção de Utilidade Social, tema que despertou o interesse do grupo. Com a criação do núcleo pretendia-se agregar mais estudantes, pesquisadores e pessoas interessadas em compreender as externalidades ou utilidade social dos diversos tipos de organizações da sociedade civil para oferecer arcabouços teóricos e metodológicos que potencializassem suas práticas, a captação de recursos e as políticas públicas relacionadas. Assim, o Nous afirmava seu caráter aplicado.
Ao longo dos anos, o Nous vem desenvolvendo projetos e ações de extensão, buscando construir conhecimento nas seguintes linhas de pesquisa que se propõe desenvolver, quais sejam:
O objetivo é construir e consolidar o Ofisol. Em linhas gerais, o Ofisol visa: mapear e compreender as práticas de finanças solidárias no Brasil e no exterior, construir conhecimento sobre o tema e apoiar o campo institucional das finanças solidárias no Brasil. Os esforços do Ofisol privilegiam as experiências de Bancos Comunitários de Desenvolvimento (BCD), de uso de moedas sociais, de bancos e moedas municipais e de Fundos Rotativos Solidários.
O objetivo é compreender, aprofundar e construir conhecimento teórico sobre utilidade social e temas relacionados como impacto social, valor social e outros. Construir instrumentos e metodologias combinadas de avaliação da utilidade social adequadas às organizações da sociedade civil, principalmente aos empreendimentos de economia solidária.
O objetivo é compreender a concepção e a construção de políticas públicas e sociais nacionais, enfatizando o problema público e a atuação dos atores sociais no processo. Construir propostas e empreender avaliações de políticas públicas específicas, principalmente no campo da economia e das finanças solidárias.
O objetivo é conhecer e compreender metodologias de gestão que se apresentam como alternativas aos modelos dominantes de gestão, tanto por meio da criação de formas colaborativas de trabalho, produção e prestação de serviços, quanto pela criatividade e inovação ancoradas em singularidades culturais, territoriais e tecnológicas. Os estudos de organizações baseadas na solidariedade e cooperação, como as associações e cooperativas, são bem vindos nessa linha, assim como formas organizativas emergentes.

